MECÂNICA DE ANCELMO L. GRACELI -QUÂNTICA GENERALIZADA COM TENSOR DE GRACELI.


 = TENSOR DE ANCELMO L. GRACELI.


*  = OPERADOR DE ANCELMO L. GRACELI.


  *   . 

[EQUAÇÃO FUNDAMENTAL RELACIONANDO TENSOR DE GRACELI [], E OPERADOR DO GRACELI.[* ].


 TENSOR DE ANCELMO L. GRACELI.


O TENSOR DE GRACELI REPRESENTA OSCILAÇÕES, ONDULAÇÕES, VARIAÇÕES, TRANSFORMAÇÕES VIBRAÇÕES , ETC EM RELAÇÃO AO TEMPO, OU DENTRO DE UM SISTEMA QUÂNTICO.


COMO ESFERAS VIBRANDO E INTERAGINDO, OSCILANDO, EM ENTROPIA, DENTRO DE SISTEMAS DE CAMPOS E SISTEMAS TÉRMICOS, ETC.


OU MESMO UM SACO PLÁSTICO CHEIO DE ÁGUA, UMA TARRAFA AO SER JOGADA AO MAR, ETC.



  ω *ψ /    .



  ω *  ψ    .



  ψ ω  /    .







 

MECÂNICA QUÂNTICA  ENTRÓPICA  DE ANCELMO L. GRACELI.


  ENTROPIDINÂMICA QUÂNTICA GRACELI.


POSTULADOS.

1] SISTEMAS ENTRÓPICOS QUANDO INSERIDOS UNS DENTRO DE OUTROS, TENDEM A VARIAR E EQUALIZAR EM INTENSIDADE CONFORME OS TIPOS, ENERGIAS, TEMPERATURAS , ESTADOS FÍSICOS, E POTENCIAIS, E ELETROMAGNETISMO   DE CADA UM.. E CONFORME O OPERADOS DE GRACELI [*]


2] FORMANDO ASSIM, ESTADOS ENTRÓPICOS. OU ESTADOS ENTROPIDINÂMICOS E OU QUÂNTICOS.


3] FORMANDO ASSIM, TENSORES ENTRÓPICOS.


ALGUMAS EQUAÇÕES.


 ENTROPIA QUÂNTICA GENERALIZADA  DE ANCELMO L. GRACELI.


 = TENSOR DE ANCELMO L. GRACELI.

 ψ     [   ] []    .





Uma analogia comumente utilizada para explicar o fenômeno do tunelamento quântico consiste em se imaginar uma colina e um trenó subindo em direção ao seu cume. À medida que o trenó vai subindo a colina, parte de sua energia cinética transforma-se em energia potencial gravitacional U. Quando o cume da colina é atingido, o trenó tem energia potencial Ub. Se a energia mecânica inicial E do trenó for maior que Ub, o trenó poderá chegar até o outro lado da colina. Contudo, se E for menor que Ub, a física clássica garante que não existe a possibilidade de o trenó ser encontrado do outro lado da colina. Na mecânica quântica, porém, existe uma probabilidade finita de que esse trenó apareça do outro lado, movendo-se para a direita com energia E, como se nada tivesse acontecido. Dizemos que a colina se comporta como uma barreira de energia potencial, exemplificando de maneira simplista o efeito Túnel.[9]

Considerando um elétron e a densidade de probabilidade  da onda de matéria associada a ele, pode-se considerar três regiões: antes da barreira potencial (região I), a região de largura L da barreira (região II) e uma região posterior à barreira (região III). A abordagem da mecânica quântica é baseada na equação de Schrödinger, a qual tem solução para todas as três regiões. Nas regiões I e III, a solução é uma equação senoidal, enquanto na segunda a solução é uma função exponencial. Nenhuma das probabilidades é zero, embora na região III a probabilidade seja bem baixa.[5]

O coeficiente de transmissão (T) de uma determinada barreira é definido como uma fração dos elétrons que conseguem atravessá-la. Assim, por exemplo, se T= 0,020, isso significa que para cada 1000 elétrons que colidem com a barreira, 20 elétrons (em média) a atravessam e 980 são refletidos.

 , 

Por causa da forma exponencial da equação acima, o valor de T é muito sensível às três variáveis de que depende: a massa m da partícula, a largura L da barreira e a diferença de energia (Ub – E) entre a energia máxima da barreira e a energia da partícula. Constatamos também pelas equações que T nunca pode ser zero





  *   ,   . 





O fenômeno da desintegração espontânea do núcleo de um átomo com a emissão de algumas radiações é chamado de radioatividade. A radioatividade transforma núcleos instáveis fazendo surgir as radiações α, β e γ.

A lei fundamental do decaimento radioativo afirma que a taxa de decaimento é proporcional ao número de núcleos que ainda não decaíram:

Esta é a equação da lei básica para a radioatividade.

A medida da intensidade da radioatividade é feita em duas unidades que são:

  • Curie: Definido como a quantidade de material radioativo que

dá  desintegrações por segundo.

  • Rutherford (Rd): é definido como a quantidade de substância radioativa que dá  desintegrações por segundo.


Quantização da radioatividade

O decaimento radioativo é um processo que envolve conceitos de probabilidade. Partículas dentro de um átomo têm certas probabilidades de decair por unidade de tempo de uma maneira espontânea. A probabilidade de decaimento é independente da vida previa da partícula. Por exemplo se N(t) é considerado o número de partículas como função do tempo, então, temos a taxa de decaimento sendo proporcional a N.[4]

Formulando matematicamente temos:

A constante de proporcionalidade tem dimensão inversamente proporcional ao tempo.

onde  é o número inicial de partículas. O número de partículas de um dado elemento decai exponencialmente numa taxa diretamente proporcional ao elemento. Define-se a vida média de um elemento como

Tendo um exemplo de muitas partículas, 1/e delas (cerca de 37,8%) não decairão após um tempo . Na Física Nuclear trabalha-se com o conceito de vida média, que é o tempo depois do qual a amostra se reduziu à metade.[4]

Relacionando essas duas quantidades, assim temos:







  *   . 



  *    . 

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